Marketing do Conceito a Prática

Agora o assunto é Marketing.
Bem vindo(a) a mais um artigo do Gerenciando Web.

Esse artigo é um introdução a diversos artigos sobre Marketing que você encontra aqui no blog.
Clicando sob os links que seguem no post você encontra muitos conteúdos que complementam esse artigos.

Vamos nessa.

O que é marketing

O que é Marketing

Marketing é uma palavra, digamos, genérica. Ela pode ser aplicada aos mais diversos contextos e se encaixa bem em quase todos. Isso porque a palavra não chama para si um significado restrito, de alguma coisa delimitada, ao contrário. O termo se amplia, remete a atividades diversas, desde que todas estejam apontando para um mesmo fim.

Por ser uma palavra tão utilizada, há uma certa confusão entre alguns conceitos envolvendo o marketing. Sendo assim, o objetivo desse completo guia de marketing é esclarecer tais conceitos da maneira mais simples possível. A ideia é entendermos de uma vez por todas por que e como o marketing se faz tão presente no mundo corporativo. Afinal, desse entendimento depende o nosso sucesso pessoal e profissional.
Aproveite para ler nosso artigo sobre o que é marketing para conhecer mais conceitos de marketing.

Mais sobre O que é Marketing

Origem da palavra marketing

A palavra vem do inglês “market” (https://en.wikipedia.org/wiki/Market), que significa “mercado”, mas não no sentido físico da palavra. Este “mercado” não se refere ao local onde você vai comprar aparelho de som, feijão e cerveja, e sim, à acepção mais abstrata do termo. Àquele mercado cuja flutuação influencia a economia e, consequentemente, as finanças domésticas, das empresas e, numa ótica mais abrangente, das nações.

Por esta estreita relação entre a natureza do termo “mercado” e marketing já dá para ter uma ideia de que ele não se refere a algo estático, ao contrário. O mercado muda constantemente, ao sabor das necessidades dos consumidores. Para que as empresas ajustem suas ações conforme a vontade dos clientes, o marketing busca entender o que está por trás do comportamento de compra e venda. E através do estudo deste comportamento, propõe soluções para que se possa manter ou incrementar o crescimento de um empreendimento, sempre tendo como foco as necessidades do cliente. Sabe aquela coisa de “dançar conforme a música”? É mais ou menos isso! A partir do momento em que o marketing descobre as necessidades dos clientes, é possível impulsionar as vendas, simplesmente direcionando esforços para satisfazer tais necessidades.

Pode-se dizer, portanto, que marketing seja uma estratégia organizacional que visa agregar valores, com o objetivo de promover, impulsionar ou apenas incrementar o crescimento. Esta será a conclusão a que você vai chegar ao terminar de ler este artigo. Mas, o que importa, realmente, é o caminho a ser percorrido, ou seja, como é possível se chegar a este estágio de otimização de lucros através do marketing. E é isso que você vai descobrir nesta série de artigos. Vamos começar falando rapidamente dos usos mais comuns do termo para, mais a frente, nos aprofundarmos em cada um deles.

Conceitos de marketing

Conceitos de Marketing

Há muitos conceitos, e, quando comparados, veremos que tanto estudiosos da área quanto dicionários apresentam visões diversas, mas, com algumas propostas em comum. Vejamos:

  • O termo deve ser entendido como estratégia de crescimento que se desenvolve a partir da relação entre o consumo e os consumidores;
  • Busca entender a psicologia e as necessidades dos clientes;
  • Propõe a oferta de produtos e serviços inovadores, que possam atender a essas necessidades;
  • Agrega valor (imaterial e, consequentemente, material) aos produtos/serviços para que estes ganhem competitividade;
  • O trabalho do marketing se inicia com o consumidor e jamais se encerra, mesmo com a concretização da venda.

A partir daí dá para perceber que o marketing se faz com um conjunto de atividades encadeadas, que tem como objetivo agregar valor a um determinado produto ou marca. E para conseguir essa valoração, se busca identificar, antecipar e satisfazer as necessidades do cliente, já que é isso que vai aquecer as vendas e incrementar o lucro. Nesta visão, o lucro é apenas uma o desfecho de um ótimo trabalho feito anteriormente.

Mais sobre Conceitos de Marketing

Diferença entre propaganda e marketing

Marketing e Propaganda

Agora que você já entendeu um pouco sobre o que é marketing, vamos falar sobre propaganda. Poucas pessoas sabem a diferença entre as duas, mas não há motivos para tal dúvida.

Como já vimos, o marketing é um processo que se compõe de várias atividades encadeadas. Já a propaganda é apenas uma das atividades que compõem esse processo.  E ela só faz sentido depois de se descobrir as necessidades dos clientes e de se criar produtos para atendê-las. É neste estágio que entra em cena a propaganda.

Para ficar mais fácil a compreensão, pensemos no marketing como um livro. E na propaganda, como sendo um capítulo dele.

Ou seja, a propaganda é apenas um dos meios utilizados para se chegar a um fim (existem muitos outros). É a propaganda que vai fazer uma ponte entre um produto e o consumidor, mostrando, da forma mais sedutora possível, que a ideia (ou produto) que está sendo oferecido vai facilitar a vida do seu cliente e torná-lo mais feliz. A propaganda se utiliza de meios de massa como televisão, rádios, jornais, revistas e internet. As formas são vídeos, anúncios, banners, outdoors, ou qualquer outra peça de comunicação visual que tenha como objetivo oferecer um produto ou até mesmo, tornar uma marca conhecida.

A propaganda vende ideias e não necessariamente produtos. Por exemplo, ONGs (Organizações Não Governamentais) como o Greenpeace, fazem propaganda para difundirem a necessidade de pensarmos ecologicamente. Aproveite para ler o artigo completo sobre Marketing e Propaganda.

Mais sobre Marketing e Propaganda

Marketing pessoal

Marketing Pessoal

Levado para o lado pessoal seria algo como um capítulo especial do nosso livro imaginário. Porque é também um conjunto de ações, aplicadas de maneira estratégica, só que desta vez, com o objetivo de agregar valor à sua imagem pessoal. Certamente você já deve ter ouvido algumas dessas frases por aí:

  • As aparências enganam;
  • A primeira impressão é que fica;
  • Você não terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão;
  • Não basta que a mulher de César seja honesta; ela precisa ‘parecer’ honesta.

Todos esses ditos populares foram criados em referência à imagem pessoal.  Portanto, se você é um profissional competente e tem capacidade de liderança, é isso que as pessoas precisam ver em você. Em outras palavras, você precisa “vender” sua imagem. Mas, entenda esse vender como uma forma mais aberta de mostrar suas qualificações, sem falsa modéstia ou exageros narcisistas. De forma sutil, sem prepotência ou arrogância, você vai mostrar o que tem de bom para oferecer à parte interessada. Humildade, embora pareça ser um traço indesejável ao marketing pessoal, absolutamente não é. Tenha em mente que ninguém quer ter como companheiro de equipe (ou na vida) uma pessoa que se acha o (a) maioral e subestima todos os demais.

Quando se fala em marketing pessoal, basicamente estamos falando de:

  1. Imagem pessoal: uma imagem apresentável é fundamental para que você desperte confiança no seu interlocutor, já num primeiro contato. Coco Chanel disse: “Vista-se mal e as pessoas notarão a roupa; vista-se bem e notarão a mulher”.  Embora tenha sido direcionada às mulheres, a frase também se aplica perfeitamente aos homens. Uma pessoa bem vestida tem mais chance de causar um impacto positivo. Os que se vestem de forma inadequada ou apresentam um comportamento desproporcional ao exigido pela ocasião, geralmente são recebidos com reservas e desconfiança pelos demais.
  2. Imagem profissional: Aqui, ele é aliado para que uma pessoa construa sua imagem profissional. Ele ensina como se deve agir de forma a realçar, deixar transparecer os traços de personalidade desejáveis para determinado cargo ou função. Ao mesmo tempo, o marketing pessoal mostra quais aspectos não são bem vistos em um profissional de sucesso, e o que fazer para que se possa melhorar tais aspectos. Isso porque a aparência conta, mas ela não se sustenta sozinha.

Embora algumas pessoas não percebam, esta imagem profissional está ligada a sua marca pessoal. E sua marca pessoal deve ser coerente. Todo o seu comportamento, onde quer que você esteja, deve estar de acordo com a marca pessoal que você quer passar. Assim, fique atento quanto às redes sociais. Ali no seu perfil constam o nome da empresa e o cargo que você ocupa. Ou o tipo de empreendimento que você gerencia.  E se você quer passar a imagem de um profissional respeitado, aja como um. As redes sociais possuem um alcance extraordinário, e não dá para achar que o perfil é seu e que você pode publicar nele o que bem entender. Não é bem assim. Da mesma forma que uma rede social pode ajudar a construir sua imagem pessoal e profissional, pode também destruí-la. Tenha em mente que cada foto e cada comentário que você publica em redes sociais estão mostrando sua personalidade e reforçando a marca da sua imagem, seja para melhor ou para pior. Falaremos mais a respeito disso adiante.

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Marketing digital

Marketing Digital

O marketing digital é (mais uma vez) um conjunto de atividades que têm como objetivo agregar valor a um produto ou ideia. E desta vez, adivinha? Todas as atividades do processo serão feitas utilizando-se como meio, a internet.

Ou seja, o marketing digital nada mais é do que aquele que se utiliza de meios digitais para chegar aos consumidores.  Este tipo de marketing possui muitas vantagens quando comparadas ao tradicional. É mais ágil, eficiente e fácil de ser personalizado. E acontece em tempo real.

Atualmente, a maioria das transações de compra de bens e serviços se inicia com pesquisas online.  Por isso o marketing digital veio para ficar.

Fazer marketing digital através das redes sociais é uma grande sacada porque a utilização delas é quase que unânime no cotidiano dos internautas. Nesta série de artigos, vamos detalhar todos os processos e fornecer subsídios para que você aprenda e aplique o melhor para fazer com que o seu empreendimento cresça e se destaque.

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Plano de marketing

Plano de Marketing

Plano de marketing é, digamos assim, a parte visual do seu planejamento de marketing. São todas as ações que sua empresa pretende realizar, colocadas no papel.  Ou seja, o plano nada mais é que um documento que descreve detalhadamente todas as ações que uma empresa deve seguir para chegar ao objetivo planejado.

Os objetivos do plano de marketing podem ser os mais diversos. Por exemplo, o reforço de uma marca, o aumento do número de leads, o incremento nas vendas, a diminuição de peças com defeito numa cadeia de produção, etc. As ações serão planejadas de acordo com o objetivo pretendido.

Um plano de marketing é construído em 3 etapas:

  1. Planejamento: o início de tudo. Nesta etapa se detalha todas ações que serão utilizadas para alcançar o objetivo proposto;
  2. Implantação: a segunda etapa é a da execução das ações planejadas. As ações devem respeitar uma ordem de prioridade, e prazos, pois, no geral, umas dependem do resultado das outras.
  3. Avaliação e Controle: A avaliação deve ocorrer em todas as etapas. Isso porque, como já dissemos, o mercado está em evolução constante, e, por conta disso, uma ação considerada útil, pode se mostrar inoperante no decorrer do processo. Nesses casos é necessário fazer alterações preventivas. O controle é exercido após a execução. Se o efeito que se obteve não foi o desejado é preciso promover reajustes.

Todos os resultados (positivos e negativos) de cada etapa do planejamento devem ser anotados no plano de marketing com detalhes. Isso vai permitir que você tenha um histórico das ações que convertem e das que apresentaram resultado insatisfatório. Num próximo planejamento você já saberá, de antemão, quais estratégias funcionaram e quais precisam ser melhoradas. A mensuração dos resultados de cada etapa do processo é absolutamente indispensável num plano de marketing.  O plano pode ser projetado para curto, médio ou longo prazo (com variação entre 6 meses para o curto, e 5 anos para o longo prazo).

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Marketing de conteúdo

Marketing de conteúdo

Lembra da comparação que fizemos do marketing com o livro?  Pois então, o marketing de conteúdo é outro capítulo. Ele tem seu foco em uma comunicação direta com clientes e leads (potenciais clientes), no sentido de criar e compartilhar conteúdo de valor. A intenção primeira do marketing de conteúdo é educacional, ou seja, fornecer à lista de contatos, de maneira consistente, materiais de boa qualidade que possam despertar neles, o interesse pela marca.

 O que o conteúdo faz é atrair pessoas, resolver dúvidas e objeções, oferecer dicas valiosas, e com isso, conseguir o engajamento da audiência.  Observe que o foco, mais uma vez, não é a venda em si. Mas, ao trabalhar esta aproximação, a venda acaba sendo uma consequência.

O conteúdo pode ser em forma de vídeos, posts, notícias, artigos, imagens, etc.  Quanto mais criativo o conteúdo, mas chance tem de se conseguir a atenção.

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Marketing de relacionamento

Marketing de Relacionamento

Voltando ao nosso livro, o marketing de relacionamento seria, basicamente, o último capítulo. Só que este capítulo não tem fim. Sempre que uma venda é efetuada, o marketing de conteúdo passa a bola para o marketing de relacionamento, que deve ser feito de forma contínua para que o cliente recém conquistado torne-se fã da empresa.  Quando o lead (cliente em potencial) passa a ser cliente (pessoa que efetua uma compra), o tratamento deve ser outro. A empresa precisa mensurar a experiência da compra e fazer o possível para que o cliente saia desta experiência totalmente satisfeito. O pressuposto é que ao ter uma ótima experiência de compra, o cliente queira repeti-la sempre que precisar de novos itens. Fidelizar o cliente é o objetivo do marketing de relacionamento.

Porém tal tarefa não se resume aos clientes. Ela envolve também outros parceiros, como os fornecedores e colaboradores da empresa.

Algumas ações do marketing de relacionamento são suporte técnico eficaz, comunicação personalizada, saneamento das dúvidas com a máxima urgência, e identificação das necessidades futuras dos clientes.

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Ferramentas de marketing

Ferramentas de Marketing

 São inúmeras as ferramentas que podem ser utilizadas para se fazer marketing. Abaixo citarei algumas que estão relacionadas no site do Sebrae, mas, nos próximos artigos você vai encontrar outras sugestões.

1.    Marca e identidade visual: necessária para que seus clientes identifiquem, de forma rápida e eficiente, os materiais que você enviar a eles. Com o tempo e o trabalho de relacionamento, sua marca vai se tornando conhecida no meio.

2.    Sites, Blogs e FanPage’s:  ótimas ferramentas para promoção de produtos, desde que as atualizações e a postagem de conteúdo sejam constantes.

3.    Relacionamento: Relacionamento se faz com marketing de conteúdo e marketing de relacionamento (já descritos acima)

4.    Promoções: Meios de se movimentar vendas, como por exemplo, descontos, sorteios, distribuição de brindes, etc.

5.    E-mail marketing: o e-mail marketing é uma das ferramentas mais eficazes no marketing. O canal é a lista de e-mails de pessoas que se inscrevem para receber atualizações e conteúdo que você disponibilizar.

6.    Mídias Sociais: Independente de qual rede social você escolher, as atualizações dela devem ser consistentes. Exemplos: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube, Pinterest, etc.

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E-mail marketing

Marketing de email

Esta é a ferramenta que você vai utilizar para enviar e-mails regulares para a sua audiência. Falando assim, dá a impressão de que o e-mail marketing é parente do spam, mas não é não!  O spam configura-se por compartilhar mensagens não solicitadas, e portanto, invasivas.  No e-mail marketing é imprescindível que a sua audiência lhe dê o consentimento para o envio de mensagens. Outro fator que afasta o e-mail consentido da “gang” do spam é que a qualquer momento uma pessoa pode solicitar o descadastramento da sua lista de e-mails.

Como já mencionei anteriormente, o e-mail marketing é uma das melhores formas de se vender.  Além de ser uma ferramenta bastante flexível, que permite a comunicação com clientes e leads em todos as etapas do processo de venda, o custo desta ferramenta é bastante modesto. É utilizando-se desta ferramenta que você vai entregar o tal conteúdo de valor do qual tanto se fala.

E- mail marketing não tem que ser complicado. Aliás, quanto mais simples, melhor. Algumas palavras, desde que bem escolhidas, vão conduzir a sua audiência para um post com dicas úteis, curiosidades, coisas que podem facilitar o dia a dia dela. Por exemplo, se você tem uma loja de artigos esportivos, envie um e-mail contando sobre o novo post do blog, que contém dicas de como praticar esportes no inverno, sem colocar a saúde em risco.  O que importa é que sua audiência perceba que o seu conteúdo é interessante e de boa qualidade e que sempre vale a pena dar uma olhadinha nas coisas que você está compartilhando.

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Marketing com Blogs

Marketing com Blogs

Ter um site ou blog não é uma coisa restrita a poucos profissionais e empreendedores. Em tempos de internet, é indispensável que uma pequena empresa ou profissional liberal tenha um site/blog. É tão importante quanto era, há algumas décadas, estar nas páginas amarelas das listas telefônicas.  Os consumidores dos dias atuais pesquisam por produtos e serviços na internet e se um profissional não tiver presença na web, nem ao menos será lembrado. A internet proporciona uma agilidade tão grande, um alcance tão espetacular que um empreendimento, fora dela, fica parecendo uma coisa medieval.

Estar presente na web é estar onde os clientes procuram, na hora em que eles precisam. E isso só e possível com um blog. Além disso, quando um profissional mostra o bom trabalho que faz, a tendência é que as pessoas confiem em sua capacidade de resolver problemas, antes mesmo de conhecê-lo. Não importa se o profissional é advogado, costureira, encanador ou montador de móveis. Em seu blog ele terá chance de postar conteúdo relacionado ao seu trabalho, depoimento de clientes satisfeitos. Esta é também uma das formas de se fazer marketing com blogs.

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Marketing em redes sociais

Marketing em redes sociais

A participação massiva nas redes sociais mudou para sempre as tendências do marketing digital. Quem não se adaptar a esses novos tempos estará perdendo ótimas oportunidades de negócios. O marketing em redes sociais pode ser feito para promoção e divulgação de marcas, produtos e serviços.

A questão principal é como se deve trabalhar com as redes sociais. Não caia no erro de criar um canal para falar de si e de seu empreendimento somente. As pessoas quando se conectam às redes sociais, o fazem em busca de entretenimento, ou no máximo, “coisas” que possam, de alguma maneira, contribuir para o crescimento delas. Ninguém se conecta ao Facebook, por exemplo, pra ficar vendo páginas de promoção cujo único interesse é “empurrar” determinado produto.

A melhor estratégia a ser usada com marketing em redes sociais é criar um canal para se relacionar com o seu público e investir nesse relacionamento. As redes sociais permitem uma aproximação menos formal com a audiência e dessa forma é possível ter acesso às suas necessidades e desejos, de forma mais direta. Usar a informalidade das redes sociais para conhecer a fundo o seu público e saber usar esse conhecimento é a chave para o desenvolvimento de planos de comunicação mais eficientes. Quanto às mensagens publicitárias, elas devem ser inseridas eventualmente, e de forma bastante sutil.

Mais sobe Marketing em redes sociais

Erros de marketing

erros de marketing

Apesar de toda o conhecimento teórico em torno do assunto, há que se considerar que nem sempre as coisas saem como gostaríamos. Por isso, não basta saber o que fazer em marketing, é importante saber também o que não fazer. Assim é possível eliminar algumas possibilidades de falha já de início.  Neste breve tópico vou elencar apenas os erros mais comuns, mas existem muitos outros e deles falarei com maiores detalhes em artigos posteriores.

1.    Não planejar: Há uma sabedoria popular que diz que “quando não se sabe o destino, qualquer caminho serve”. Portanto, o planejamento é a primeira coisa a ser feita. Não adianta começar a dar os primeiros passos sem saber em que direção se está indo.

Mas, o que é planejar em marketing digital?

É definir o que e como se vai fazer. Por exemplo: Você acabou de construir um blog para trabalhar com produtos afiliados e define que vai utilizar o e-mail marketing. Então a primeira providência será começar a construir a sua lista de e-mails.  Veja como ficaria um planejamento básico para esta ação:

  • Contratar um plano para envio de e-mails em massa;
  • Começar a produzir e postar conteúdo de qualidade;
  • Começar a construir uma lista de e-mails;
  • Criar uma FanPage;
  • Divulgar seu conteúdo na lista de e-mails e na FanPage;
  • Investir em conteúdo (de qualidade)
  • Trabalhar num funil de vendas (falarei disso mais tarde)
  • Investir em relacionamento (para as pós-vendas)

2.    Não começar imediatamente uma lista de e-mails: Embora o uso de redes sociais seja uma das tendências no marketing, a sua prioridade deve ser construir uma lista de e-mails. Então, antes mesmo de criar sua FanPage, antes de investir em publicidade nas redes sociais você tem que começar a sua lista. Ela demanda algum tempo, e, portanto, paciência. Uma lista de e-mails é a fundação (estrutura) sobre a qual o seu negócio será construído. Por isso ela precisa ser forte, robusta. Uma lista construída a partir da captação de e-mails das pessoas interessadas no que você está oferecendo é uma lista extremamente qualificada. Aposto que você já viu ou ouviu em algum lugar que o dinheiro está na lista e isso é fato. Não dá para pensar em vendas e conversão sem uma lista de e-mail.

3.    Negligenciar o e-mail marketing: Esta é uma das principais ferramentas de marketing. É através dele que você vai promover o conteúdo do seu blog, interagir com sua audiência, efetuar vendas. Portanto, aprenda como fazer o e-mail marketing de forma correta e eficiente para se tornar competitivo no seu nicho. Negligenciar esta ferramenta é negligenciar possibilidades de crescimento.

4.    Comprar lista de e-mails: Por que comprar lista de e-mails é um erro grosseiro? Vou citar apenas alguns motivos: Primeiro porque quando as pessoas não autorizam o recebimento dos seus e-mails, eles são considerados spam. Segundo, porque as listas compradas não têm qualidade, são e-mails colhidos aleatoriamente. Terceiro, porque as pessoas se sentem invadidas e não vão se dar ao trabalho de abrir seus e-mails, por melhores que eles sejam. Quarto, porque quando você manda spam, e o destinatário o classifica como tal (e eles vão fazer isso!), você queima a sua imagem e a do seu blog. Quinto, porque é contra a lei. Sexto, porque os serviços de e-mail marketing têm proteção contra spam e você não vai passar pelos filtros. E por último, porque não funciona mesmo. Pergunte a quem já fez e verá. Você estará desperdiçando um tempo muito precioso, que poderia ser melhor aproveitado trabalhando na construção de sua própria lista.

5.    Não usar corretamente a FanPage: Existem alguns elementos essenciais na criação de sua FanPage e eles não devem ser negligenciados. Por exemplo, você deve entender sua imagem de capa como um cartão de visitas. Ela deve conter a sua marca e identidade, e ainda, informações básicas como endereço do site, horário de atendimento (se for o caso) e os dados para contato.

Além disso, sua FanPage deve ter publicações constantes, com bom texto e mídia chamativa (vídeo, foto), e de preferência, que promovam uma interatividade com os seus fãs. Estar sempre presente é uma das melhores formas de ser lembrado. Se você não atualiza as pessoas vão deixar de comentar e de compartilhar sua página.

Outro erro comum com as FanPage’s é não responder às dúvidas de quem comenta seus posts. Afinal, para que serve um canal de comunicação como este se os seus fãs ficarem falando sozinhos?

6.    Não oferecer conteúdo de qualidade: Não é só o seu público que busca por conteúdo de qualidade. Quando você oferece conteúdo único e relevante aos seus leitores, os mecanismos de pesquisa (especialmente o Google) entende que o seu site é relevante. E isso conta pontos na classificação para a sua palavra-chave.  Conteúdo de qualidade, são artigos variados, com escrita objetiva e correção gramatical, otimizados para a palavra-chave adequada e enriquecidos com fotos, vídeos, gráficos, etc.

7.    Não dar atenção aos Mobile: Uma pesquisa do Ibope divulgada no final de 2015, sobre hábitos dos consumidores de mídia, no Brasil, revelou que o acesso à internet através de smartphones cresceu 65%. E como não poderia deixar de ser, o Google acompanhou esta tendência, atualizando também o algoritmo para buscas em dispositivos móveis. Com esta atualização, o Google passou a dar prioridade aos sites responsivos, ou seja, aqueles que se adaptam perfeitamente a todos os tipos de telas.  Portanto, ao fazer marketing digital, tenha em mente que tanto seu site, como fotos e vídeos devem ser preparados para a visualização também em telefones celulares.

Mais sobre Erros dos marketing

Por enquanto é isso. Neste artigo procurei dar uma pincelada nos assuntos que interessam ao marketing, mas, como você pode perceber, isso é apenas um esboço. Abordamos todos esses itens de forma mais aprofundada nos posts dos links.

Marketing do Conceito a Prática
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